segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

O olho que tudo vê

   O tempo passa, e a gente percebe cada dia mais mais destacadamente, que a mente humana é um mecanismo muito complexo, porém padronizado e muitas vezes previsível.
   Um mecanismo no qual a tendência é conservar a tradição, logo, é quase sempre inapto a aceitar novos padrões de pensamento e/ou organizações. Tudo isso se resume a um preconceito imenso de ambos os lados de qualquer tipo de opiniões ou princípios.
   Dentre todos os preconceitos, o mais amplamente comum é sobre religiões ou mesmo a falta dela, em um raciocínio diferente no qual de nada vale a religião ou um ser supremo para ser feliz ou fazer boas ações, o que nos leva a observar que de fato a maioria das pessoas religiosas tem uma boa conduta simplesmente por            
interesse e medo, interesse em ter uma boa posição após a morte, e medo de ser punido pela má conduta também após a morte.
   Diz-se então, que a não existência de um Deus leva as pessoas a acreditar que "tudo é permitido" e de fato é, desde que tenha a consciência de que há consequências, mas isso não impede em nada de um homem matar outro por exemplo.
   Ao fim desta postagem não deixarei nenhuma comclusão sobre o texto, pois cabe a voçê chegar a conclusões pessoas sobre o tema proposto.